Agosto 20, 2008
Olímpico
Etiquetas: Desporto
Julho 31, 2008
Agricultor debaixo do tractor
Etiquetas: Boa vida
Julho 30, 2008
Opções aeroportuárias
Etiquetas: Boa vida, Governo, Poder de compra
Julho 29, 2008
Relação universidade-empresa
Etiquetas: Educação
Riscas, bolas e bolinhas
Etiquetas: Boa vida, Empreendedorismo, Episódios da vida académica, Media
Julho 28, 2008
Desempenho e dimensão
«This article studies the relationship between company size and performance for small and medium-sized Portuguese companies. Using dynamic panel estimators, we conclude that performance is related positively to size. This relationship suggests the greater relevance of scale effects, diversification and the greater ability of larger companies to cope with market changes. Furthermore, our empirical results show that performance is persistent, not showing discontinuity, suggesting that small and medium-sized Portuguese companies are relatively successful in coping with possible scenarios of aggressive competition. Debt and level of fixed assets influence performance negatively, and separation of management and ownership influence performance positively. Liquidity, risk and ownership control are not relevant in explaining the performance of small and medium-sized Portuguese companies.»
Etiquetas: Desempenho
Julho 27, 2008
Julho 26, 2008
Originalidade
Julho 25, 2008
Organizações em Rede

Muito provavelmente, a compra de café feita recentemente deverá ser a última daquela marca. Deverá ser a última porque, entretanto, a operação portuguesa daquele distribuidor retalhista de origem alemã foi adquirida por um concorrente português. Antes do Plus, adquirido pelo Jerónimo Martins (empresa que detém o Pingo Doce e Feira Nova), também o Carrefour (segundo maior distribuidor do mundo) abandonou o mercado português, alienando a sua operação ao Modelo/Continente. Esta empresa do grupo Sonae que já era líder do mercado em Portugal antes da aquisição vê assim reforçada a sua quota de mercado.
A saída de Portugal destas empresas é mais notada por fazerem parte de negócios de consumo com grande impacto nas opções de compra das famílias e consumidores individuais. No entanto, este tipo de operações não merece geralmente grande alarido público pois o seu impacto negativo em termos, por exemplo, de emprego não parece ser significativo. São empresas que são adquiridas por concorrentes que conseguem assim aceder a novos mercados e localizações e, como tal, o número de despedimentos não é normalmente elevado. Na perspectiva dos consumidores tratam-se, contudo, de más notícias pois diminui o nível de rivalidade existente entre concorrentes, reduzindo as alternativas de escolha em termos de lojas, produtos, serviços e preços.
A saída de empresas como o Carrefour e Plus são decisões empresariais que deverão preocupar também os decisores públicos portugueses. Não só porque desaparecem duas importantes empresas do mercado em causa e aumentam os índices de concentração no sector. Mas, também porque a saída de empresas como estas reflecte, em certa medida, uma manifestação de insatisfação da casa-mãe de cada uma delas com o desempenho das suas subsidiárias portuguesas. Ou seja, se estivessem satisfeitas, alienariam os seus activos? Talvez não. Ou seja, fazem-no porque o seu crescimento, rentabilidade, dimensão ou o que quer que seja, torna menos atractiva a sua presença no país. Em síntese, Portugal e tudo o que ele significa é um país periférico. É-o há muitos anos, mas há indícios de que essa periferia se está a acentuar.
Embora o negócio das empresas em causa se mantenha integrado noutros grupos, a saída destas empresas representa uma forma de saída a que devemos juntar pelos menos outros dois tipos de saída: a de empresas industriais que deslocalizam a produção para locais com custos inferiores; e a de empresas que mantendo as suas operações comerciais em Portugal, passam a ser geridas a partir de cidades como Madrid, Barcelona ou Milão. No primeiro caso, o de empresas que ao saírem provocam grande alarido público, tende a haver impactos negativos no emprego e exportações. No segundo caso, o impacto é economicamente menos evidente mas reflecte, ainda assim, a transferência de controlo e poder, e o aumento da dependência de distribuidores e consumidores portugueses.
São diferentes formas de saída que ilustram a menor atractividade do país. Interessaria, por isso, responder de forma plena a uma questão central para a economia portuguesa: porque é que estas empresas abandonam o mercado português?
Só conhecendo os motivos da saída é possível desencadear as políticas adequadas para travar essa deslocalização de empresas para fora do país e manter aquelas que cá estão, ou atrair novos investimentos estrangeiros.
Etiquetas: Organizações em Rede
Julho 24, 2008
Analisar o mercado
Caro Vasco,
Antes de mais gostaria de agradecer o facto, que muito me lisonjeou, de me ter endereçado uma carta. Em meu nome e no dos restantes visados o meu muito obrigado.
Pode o meu contacto resultar algo estranho, até porque não nos conhecemos, no entanto é meu hábito responder ao correio que me é dirigido. Assim e após ter lido a sua missiva gostaria de destacar alguns pontos e partilhar o meu ponto de vista enquanto actor desta história, ou melhor, candidato a autor neste momento.
O meu nome é Daniel Afonso, 26 anos, cidadão do Mundo, morando na Maia, licenciado em Eng.ª, consultor em Gestão da Qualidade, Ambiente, Marcação CE desde 2006… apesar de não ter vivido uma situação de desemprego não me satisfaz o facto de trabalhar por conta de outrem para além do meu neurónio ter uma actividade intensa em ideias de negócio, algumas completamente disparatadas outras potencialmente interessantes (ou talvez não ?!), o que faz com que seja demasiado impaciente e inconformado.
Tendo em conta as várias barreiras que identifica eu destacaria o mercado, provavelmente porque é aquele em que as minhas competências não me permitem avaliá-lo e compreender a panóplia de aspectos que andam à volta do dito cujo. No meu caso, apesar de conhecer relativamente bem o mercado ou mercados que pretendo atingir com o produto não sei de que modo posso avaliar o seu VERDADEIRO potencial, de que modo vai reagir a concorrência (é possível estimar isto e planear acções que minimizem o impacto dos nossos amigos?), estará o mercado preparado para o conceito neste momento? De que modo são estas variáveis tidas em conta num plano de negócios?
Neste momento, já estou a imaginar a sua resposta a este e-mail:
“Meu caro Daniel, A minha sugestão, tal como está expresso no final da missiva, passa por apostar em conhecimento: tire um MBA ou coisa que o valha, se bem que em primeiro lugar tenha a certeza relativamente ao estado da sua saúde mental…”
Ora o mais engraçado é que eu concordo com essa opção, no entanto contínua a existir um aspecto muito sensível e fraco: eu não tive a oportunidade de analisar vários projectos de empreendedorismo nem conhecimentos que me permitam identificar os seus pontos fracos. Uma opinião/sugestão de alguém que perceba efectivamente do assunto é fundamental e por isso gostaria de lhe lançar esse mesmo desafio (desafio??? O individuo está a brincar comigo, certo?): estaria disposto a ajudar a limar as arestas de um projecto de um jovem empreendedor?
Para finalizar e antes de me despedir, apraz-me dizer-lhe que analisando o conteúdo deste e-mail posso sempre ponderar e tentar estimar a probabilidade de sucesso no mundo da política (ou não)!
Com os meus melhores cumprimentos e até breve,
Daniel Afonso
E a resposta:
Etiquetas: Empreendedorismo
Julho 23, 2008
Eu também quero uma estação do TGV à porta de casa
Etiquetas: Governo, Poder de compra
Julho 22, 2008
Distribuição automóvel europeia
Etiquetas: Estratégia, Marketing
Julho 21, 2008
Fiscal imobiliário
Etiquetas: Administração pública, Poder de compra
Julho 20, 2008
Julho 18, 2008
Espelho meu, espelho meu ...
Etiquetas: Educação, Episódios da vida académica
Julho 17, 2008
Inovação e empreendedorismo no sector público
Etiquetas: Administração pública, Empreendedorismo
